29 de mai. de 2009

Num mundo melhor

"Melhorar o mundo é melhorar os seres humanos. A compaixão é a compreensão da igualdade de todos os seres, é o que nos dá força interior. Se só pensarmos em nós mesmos, nossa mente fica restrita. Podemos nos tornar mais felizes e, da mesma forma, comunidades, países, um mundo melhor. A medicina já constatou que quem é mais feliz tem menos problemas de saúde. Quando cultivamos a compaixão temos mais saúde".

S.S. Dalai Lama


Notícia surpreendente ganhou dimensão nacional.

Uma família abrigada numa residência temporária, após perder sua casa numa grande enchente - que também lhes levou três entes queridos - viveu uma experiência única.

A menina mais nova da família, de 5 anos, brincava ao lado de algumas roupas doadas, quando descobriu, dentro da manga de um casaco de pele, a quantia de vinte mil reais em dinheiro.

Mostrou então para o avô, que se admirou com o achado.

Paramos aqui a narrativa para perguntar: O que você faria numa situação dessas?

Entenderia como estando ali a solução de grande parte dos problemas financeiros?

Agradeceria a Deus pela suposta bênção, entendendo que foi intencional terem deixado esse valor para quem recebesse a vestimenta?

Numa situação de extrema necessidade como essa, o que você pensaria, e qual atitude tomaria?

Bem, vejamos a resolução da família: o avô, imediatamente, foi investigar de onde vieram as doações. Sabia, mais ou menos, de que cidade haviam chegado, e foi procurar o doador.

Sim... Admiravelmente, ele foi devolver o dinheiro ao dono.

Segundo suas próprias palavras: Se o dinheiro fosse entregue nas minhas mãos, teria aceitado com certeza, pois agora precisamos. Mas é uma questão de criação. fui educado assim e estou com a consciência limpa, disse ele, que recebeu mil reais como recompensa pela honestidade.

* * *

Atitudes como essas devem ser festejadas, devem ganhar dimensão internacional, pois representam o que há de melhor na alma humana.

Quantos de nós devolveríamos esse valor?

Num momento de tanta tristeza e necessidade, quem se dignaria a pensar na pessoa que perdera a quantia significativa, enquanto fazia doações fraternas? Quantos?

Nesses momentos é que a alma humana mostra a grandeza, que jaz latente em sua consciência.

É passando por essas provações, que o Espírito em aprendizado vence, cresce, e adquire as credenciais necessárias para viver num mundo melhor.

Mundo esse que poderá ser aqui e agora, para aqueles que ficarem e puderem presenciar os primeiros raios de sol da Nova Era, da Era da Regeneração.

No mundo de regeneração, para o qual a Terra caminha, atitudes como essa serão comuns, habituais.

Isso porque o bem irá prevalecer, sem dúvida, sem titubear, em cada decisão importante na esfera moral.

Num mundo melhor a honestidade será habitual, será prática espontânea, assim como foi com esse avô.

A honradez virá de criação, da cultura familiar mais bem estruturada, dos valores nobres que a nova geração já está passando aos que chegam.

Num mundo melhor, a consciência poderá repousar mais tranquila, pois não irá carregar a mentira, a infidelidade, o crime.

Aprendamos com exemplos assim.

Vejamos na notícia um convite para a modificação profunda em nosso ser. Vejamos como um lembrete do que é ser bom e íntegro.

Num mundo melhor... que está sendo construído agora... tudo isso será possível.


Redação do Momento Espírita .

Em 16.03.2009.

22 de mai. de 2009

Verdade libertadora

"Ama a verdade, mas perdoa o erro."
Voltaire



No dia 5 de fevereiro de 2004, vinte catadores de conchas chineses não voltaram para celebrar a festa do último dia do Ano Novo Chinês.

Eles jamais voltaram para suas famílias e seus amigos, para a sua terra natal.

Morreram no mar frio de um país estranho.

Eles ligaram para suas famílias, quando as ondas geladas lhes chegaram ao peito, disseram que iam morrer. Mas não discaram o número que lhes permitiria serem socorridos.

Eles desconheciam que existia.

Para fazer um trabalho muito perigoso, ganhavam muito pouco de seus patrões, que lucravam bastante.

Perto do lugar onde morreram, havia placas de advertência sobre areia movediça e marés perigosas. Mas eles não as puderam ler. Não falavam, nem liam inglês.

Eram imigrantes chineses ilegais na Inglaterra, mas tinham necessidades humanas básicas e deviam ter direitos humanos básicos para os proteger.

Por que não tinham? Foram atraídos para o alto-mar por sonhos de ouro e pela ignorância.

Vinham de um país que não tinha um sistema legal independente antes de 1992. Nem um sistema de previdência social.

Sua terra está melhorando e se desenvolvendo, mas para aqueles vinte catadores de conchas é tarde demais.

Há mais de vinte séculos, um Sábio andou pela Terra e asseverou: Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.

Sem adentrarmos os painéis filosóficos para decifrarmos o que é a verdade, podemos traduzir, para a realidade do agora, que o que o Grande Mestre estava ensinando é a necessidade do conhecimento.

Em Sua sabedoria ímpar, referia-Se Jesus ao conhecimento geral, não somente às questões espirituais.

Conhecendo, o homem debela enfermidades, aperfeiçoa tecnologia, não se permite ser presa dos maus.

Os dominadores, através dos séculos, têm buscado manter o povo na ignorância, pois mais fácil de ser manipulado.

Durante séculos, aprender a ler foi exclusividade dos homens ricos e poderosos.

Mesmo em questão religiosa, séculos se escoaram em que os livros bíblicos eram privilégio dos que viviam nos conventos e seminários.

Foi necessário que um grande missionário viesse à Terra e desse sua contribuição para a tecnologia da impressão e da tipografia, para mudar esse quadro.

Nascido na Mogúncia, no século XIV, Gutenberg inventou os tipos móveis de metal, melhorando o tipo de impressão já em uso na Europa.

Aperfeiçoando tintas à base de óleo para melhor usá-los, aperfeiçoou ainda uma prensa gráfica, inspirada nas prensas utilizadas para espremer as uvas.

A partir de então, de forma paulatina, o livro foi se tornando popular.

Conhecer a verdade. Ler, instruir-se, informar-se, ilustrar a mente.

Como se faz importante a leitura, o estudo.

Pensemos nisso e aproveitemos a oportunidade de saber, para construir mais rapidamente a nossa própria felicidade.


Redação do Momento Espírita com base em fato colhido no texto 20 de fevereiro de 2004, do livro O que os chineses não comem, de Xinran, ed. Companhia das letras.

Em 12.03.2009.


*****


Pensamento / Cidade Negra


Você precisa saber
O que passa aqui dentro
Eu vou falar pra você
Você vai entender
A força de um pensamento
Pra nunca mais esquecer

Pensamento é um momento
Que nos leva a emoção
Pensamento positivo
Que faz bem ao coração
O mal não
O mal não

Sempre que para você chegar
Terá que atravessar
A fronteira do pensar
A fronteira do pensar

E o pensamento é o fundamento
Eu ganho o mundo sem sair do lugar
Eu fui para o Japão
Com a força do pensar
Passei pelas ruínas
E parei no Canadá
Subi o Himalaia
Pra no alto cantar
Com a imaginação que faz
Você viajar, todo mundo

Estou sem lenço e o documento
Meu passaporte é visto em todo lugar
Acorda meu Brasil com o lado bom de pensar
Detone o pesadelo pois o bom
Ainda virá

Você precisa saber
O que passa aqui dentro
Eu vou falar pra você
Você vai entender
A força de um pensamento
Pra nunca mais esquecer

Custe o tempo que custar
Que esse dia virá
Nunca pense em desistir, não
Te aconselho a prosseguir

O tempo voa rapaz.
Pegue seu sonho rapaz
A melhor hora e o momento
É você quem faz
Recitem
Poesias e palavras de um rei
Faça por onde que eu te ajudarei

15 de mai. de 2009

Saudação à alvorada

"Lembra-te sempre: Cada dia nasce de novo amanhecer"
Chico Xavier

Cuida deste dia!
Ele é a vida, a própria essência da vida.
Em seu breve curso
Estão todas as verdades e realidades da tua existência:
A bênção do crescimento... A glória da ação... O esplendor da realização.
Pois o dia de ontem não é senão um sonho.
E o amanhã somente uma visão.
Mas o dia de hoje bem vivido, transforma os dias de ontem num sonho de ventura;
E os dias de amanhã numa visão da esperança.
Cuida bem, pois, do dia de hoje!
Eis a saudação da alvorada.

* * *

O poema do indiano Kalidasa nos fala da importância do hoje, do agora.
Sábios e mais sábios proclamaram os mesmos dizeres.
O maior de todos eles foi muito claro ao enunciar: Não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados. Basta ao dia de hoje o seu próprio mal.
Notemos que Jesus não aconselha que não pensemos no amanhã, nem planejemos os tempos vindouros – de forma alguma.
Muitos homens têm rejeitado tais palavras, dizendo: Mas eu preciso pensar no dia de amanhã! Preciso fazer um seguro para proteger minha família. Preciso reservar algum dinheiro para a velhice!
Está certo! Naturalmente que precisa, porém faz-se necessário diferenciar pensar de inquietar-se.
A palavra chave aí é inquietação, que sempre indica insegurança, temor, incerteza – todos sentimentos que fazem mal ao Espírito, quando cultivados por muito tempo.
É dessa inquietação que nasce a tão comentada ansiedade – transtorno mental que tem trazido tantos prejuízos ao ser humano nos tempos atuais.
Em outra feita, quando o Mestre Nazareno propõe um modelo de oração, de atitude mental do homem com seu Criador, Ele recita:
O pão nosso de cada dia, nos daí hoje.
Percebamos que a prece pede somente pelo pão de hoje. Não se queixa do pão amanhecido que comemos ontem, e também não diz: garanti, por favor, o alimento para a próxima estação.
Não se entenda tal proposta como imediatismo. É apenas a cultura de se estar presente no dia de hoje, com todas nossas forças, com toda nossa vontade.
Muitos de nós ainda estamos incompletos ou ausentes no dia de hoje.
Parte de nós está no lamento do ontem, outra parte na expectativa de um amanhã possível.
Parte vive num passado que era muito melhor do que hoje; parte vive na simples espera, cômoda, de um futuro melhor.
Parte vive de lembranças traumáticas, tristes, outra parte vive no temor do que o futuro nos reserva.
Indagaríamos então: Que sobra de nós para o presente? Que energia, que foco, que vida?
Muitos vivemos fora do próprio tempo presente, pouco lá atrás, pouco acolá...
Assim, recordemos da saudação à alvorada:
Mas o dia de hoje bem vivido, transforma os dias de ontem num sonho de ventura;
E os dias de amanhã numa visão da esperança.
Cuida bem, pois, do dia de hoje!
Eis a saudação da alvorada!


Redação do Momento Espírita com base no cap. 1 do livro
Como evitar preocupações e começar a viver, de
Dale Carnegie, ed. Cia. Ed. Nacional.
Em 09.03.2009.

8 de mai. de 2009

O Sonho de Rafaela

“A força da maternidade é maior que as leis da natureza.”

Barbara Kingsolver


Rafaela era uma camponesa muito pobre que vivia em uma rústica região italiana.

Ela tinha uma filha de nome Adda, a qual desencarnara com aproximadamente três anos de idade.

Decorridos seis meses do falecimento, a mãe não se conformava e se sentia injustiçada pelos céus.

Mas, certa noite, ela teve um sonho que reformulou sua percepção a respeito do ocorrido.

No sonho, ela fora convidada para uma festa que se realizaria em um local próximo do céu.

Muitas crianças compareceriam no evento para se divertir.

Quando ela chegou, ficou extasiada.

Tudo era muito belo e as crianças dançavam e cantavam, bastante alegres.

Todas as crianças tinham asas reluzentes e Rafaela as contemplava embevecida.

Entretanto, ficou muito surpresa ao notar sua própria filha sentada em um canto.

A menina estava triste e chorosa, com roupas e asas molhadas, pesadas e sem brilho.

A mãe indagou à filha o que aquilo significava, pois ela sempre fora muito alegre.

A pequena Adda disse que não poderia brincar com as outras crianças, mesmo se quisesse.

A pobre camponesa ainda argumentou que a filha tinha asas, era um anjo e deveria voar com alegria.

A menina esclareceu que não podia voar, pois estava toda molhada, com as asas pesadas e coladas no corpo.

A mãe se dispôs a ajudar, como fosse possível, pois queria que a filha fosse feliz e pudesse brincar.

Adda afirmou que a culpada de tudo era a própria Rafaela.

Com sua grande tristeza e suas blasfêmias contra Deus, a mãe a mantinha colada a si e a impedia de voar.

O excesso de mágoas de Rafaela aprisionava a pequena Adda e as lágrimas que vertia sem cessar molhavam suas asas.

Aterrada, a pobre camponesa compreendeu que estava prejudicando a filha, ao não acatar a Vontade Divina.

Prometeu que não mais choraria e nem reclamaria, pois queria que a menina fosse livre e feliz.

Ao acordar, tomou-se de grande felicidade pela certeza de ter visto e falado com sua filha.

Chamou as amigas e relatou o sonho.

Também tratou de relatá-lo a outra mãe que havia perdido um filho recentemente.

* * *

Essa bela história traduz uma realidade.

O amor e os vínculos não se extinguem apenas porque alguém desencarnou.

Os Espíritos desencarnados recebem os pensamentos e as vibrações dos que ficaram na Terra.

É preciso que esses cuidem de manter pensamentos e sentimentos equilibrados, a fim de não prejudicar quem se foi.

Quando retorna à pátria espiritual, o Espírito vive momentos delicados e precisa de paz e tranquilidade para se adaptar à nova situação.

A pretexto de muito amar, não é viável causar dor nos amores que nos precederam na viagem para o verdadeiro lar.

Pense nisso.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. III, do livro

Ressurreição e vida, pelo Espírito Léon Tolstoi,

psicografado por Yvonne A. Pereira, ed. Feb.

Em 05.03.2009.

5 de mai. de 2009

Encontro Fraterno Auta de Souza em Rubiataba/GO - 25 2 26 de abril de 2009


[Texto de Murilo Brito]

[Fotos de Nélia Paiva]


Em função do número expressivo de suicídios na região de Rubiataba/GO, trabalhadores do Cema, sob a coordenação dos companheiros Nélia e Halvécio Machado, colaboraram ministrando o curso Formação de Grupos Mediúnicos para Atendimento aos Suicidas com a parte doutrinária no sábado e a prática mediúnica no domingo. O curso contou com a participação de mais de cinqüenta pessoas na 1ª parte da exposição do sábado e na parte específica – informações e prática mediúnica, com a participação de mais de vinte alunos, além dos trabalhadores do Cema.


O Cema colaborou ainda com a Alegria Cristã do evento, sob a coordenação das irmãs Raiane e Grê, que prepararam o hinário e conduziram a Alegria Cristã do Encontro.


No final do evento, a sensação do dever cumprido, a conquista de novos amigos e a alegria pela participação num evento de Luz, realizado com carinho, simplicidade e amor. Parabéns aos irmãos do C.E.Renúncia de Rubiataba/GO.


Futuros compromissos com a cidade de Rubiataba/GO: Curso de Exposição Oral, a ser ministrado pelos irmãos Edivaldo e Zé Maria e a apresentação da peça “Palco da Ilusões” pelo TELUZES, ambos, em datas a serem agendadas.


Caravana do CEMA (em ordem alfabética):

  1. Charles Albert
  2. Cláudio (esposo da Estela)
  3. Estela
  4. Ester
  5. Eunice
  6. Grê Justino
  7. Halvécio Machado
  8. Júlia Brito (filha do Murilo)
  9. Jandira
  10. Murilo Brito
  11. Nélia Paiva
  12. Patrícia Bernardes
  13. Raiane
  14. Sarah (bebê da Estela)
  15. Silvana
Os Coordenadores...


A Diversão na Estrada é Garantida...


... principalmente enquanto eles trocam o pneu!!!


A pausa para o lanchinho...


Para a fotinha!


Observadores e aprendizes


Quase todo mundo reunido pra fotinha histórica!!!

Digam Xis.......



1 de mai. de 2009

Um nascimento

"Conhecereis a Verdade e a Verdade vos fará livres"
João 8:32


Aquele nascimento singular, num momento de grande alucinação coletiva na Terra, deveria dividir os fatos da História, assinalando o Seu como o período de preparação da paz.
Não era um conquistador odiento, que vinha armado para os combates destrutivos, mas um vencedor, que viera somente para amar. Por isso, não foi reconhecido, ou melhor, não O quiseram conhecer. Porque estavam preparados para a guerra, para o ódio, para o desforço, longe dos sentimentos da compaixão e da misericórdia, da compreensão e da caridade. Israel era soberba e seu povo, ingrato. Por isso, Roma a esmagava com as suas legiões impiedosas, ameaçando sempre com a força e a arrogância dos seus administradores de um dia. Não havia lugar, naqueles corações, para a compreensão da fragilidade humana, da temporalidade de todas as coisas, para o esforço de solidariedade. Forte, então, era aquele que esmagava, mesmo que fosse vencido logo depois, pela doença, pela desgraça política, pela morte... O fraco era odiado, porque não revidava, nem disseminava o desprezo ao inimigo, em face da sua situação subalterna. * * * Jesus... Sim, este Seu nome, foi a força do amor que modificou as estruturas do pensamento e da razão, alterando, por definitivo, a face do planeta. Nunca mais a Terra seria a mesma depois Dele... Antes, sofria o peso do carro da guerra perversa e das devastações do ódio. É certo que ainda não cessaram os combates do homem e da mulher contra os seus irmãos, no entanto, permanece o sentimento de fraternidade em memória e em homenagem a Ele. Combatido, permaneceu amando. Odiado, continuou amando. Crucificado, persistiu amando, E morto, ressuscitou do túmulo, a fim de prosseguir amando... * * * Nestes tempos de incertezas momentâneas, de crises morais graves, não há como sobreviver, se não continuarmos amando. Exemplos, bons exemplos, existem para serem seguidos, e não apenas catalogados nos anais da História e admirados distantemente pela grande massa popular. Jesus precisa ser a referência primeira de nossas vidas, mas não o Jesus distante, crucificado nas alturas, mas o Jesus amigo, conselheiro amoroso de todo dia. Lembremos mais de Seu nascimento do que de Seu assassínio, de Sua presença do que de Sua ausência. O Consolador já está entre nós, abraçando-nos a todos cada dia mais forte. Não se pode fugir da verdade. Não se pode continuar sem amor no coração. Todo nascimento é motivo de alegria, e este, em especial, representa o nascer do amor maduro, do amor ágape, na intimidade fértil do Espírito imortal. Lembremos Jesus... Sempre.

Redação do Momento Espírita com base no cap. 30 da obra
O amor como solução, pelo Espírito Joanna de Ângelis,
psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Em 04.03.2009.